Mulheres querem mais emprego e denunciam assédio
O emprego digno, a defasagem salarial entre homens e mulheres, e os diversos tipos de assédio, são alguns dos problemas enfrentados pelas trabalhadoras.
O emprego digno, a defasagem salarial entre homens e mulheres, e os diversos tipos de assédio, são alguns dos problemas enfrentados pela mulher trabalhadora brasileira. É o que constata o relatório final do grupo de debates "Mulher e Mercado de Trabalho", durante o 1º Encontro Nacional de Mulheres" realizado nos dias 4 e 5 de maio, em Recife (PE), e promovido pelo Movimento de Mulheres Olga Benário.
As principais denúncias de assédio moral e sexual foram feitas por mulheres empregadas nos setores de serviços, comércio e no setor público. O setor de telemarketing foi também citado como uma das áreas em que mais acontecem casos de assédio.
Creches
O grupo denunciou a precariedade do número e da qualidade das creches destinadas por lei aos filhos das mulheres trabalhadoras. Nesse sentido, as mulheres reivindicam a melhoria do sistema público de creches, além da redução da jornada de trabalho para permitir que as mães dediquem mais tempo aos seus filhos. A efetivação das leis que preveem a instalação de creches gratuitas também foi exigida pelo grupo.
Sindicato
Na perspectiva do crescente empoderamento feminino, o grupo defendeu a aplicação nos sindicatos da norma aprovada pela CUT com o percentual de 50% para homens e 50% para mulheres nas direções sindicais.
As principais denúncias de assédio moral e sexual foram feitas por mulheres empregadas nos setores de serviços, comércio e no setor público. O setor de telemarketing foi também citado como uma das áreas em que mais acontecem casos de assédio.
Creches
O grupo denunciou a precariedade do número e da qualidade das creches destinadas por lei aos filhos das mulheres trabalhadoras. Nesse sentido, as mulheres reivindicam a melhoria do sistema público de creches, além da redução da jornada de trabalho para permitir que as mães dediquem mais tempo aos seus filhos. A efetivação das leis que preveem a instalação de creches gratuitas também foi exigida pelo grupo.
Sindicato
Na perspectiva do crescente empoderamento feminino, o grupo defendeu a aplicação nos sindicatos da norma aprovada pela CUT com o percentual de 50% para homens e 50% para mulheres nas direções sindicais.
fonte:Carta Maior
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